{"id":1377,"date":"2025-08-21T09:55:10","date_gmt":"2025-08-21T09:55:10","guid":{"rendered":"https:\/\/odezanovedejunho.pt\/?p=1377"},"modified":"2025-08-21T09:55:10","modified_gmt":"2025-08-21T09:55:10","slug":"encantar-pela-paz-fernando-campos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/odezanovedejunho.pt\/?p=1377","title":{"rendered":"EnCantar pela Paz &#8211; Fernando Campos"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-medium-font-size\">Durante todo o m\u00eas de Agosto a Passarola est\u00e1 a editar uma s\u00e9rie de artigos e pequenas entrevistas para dar a conhecer os artistas que participam no evento <strong>EnCantar pela Paz<\/strong> que, produzido pel&#8217;<strong><u>Odezanovedejunho<\/u><\/strong> &#8211; <em>Associa\u00e7\u00e3o de Ideias<\/em>, decorrer\u00e1 de 3 a 27 de Setembro no Audit\u00f3rio Madalena Biscaia Perdig\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-large-font-size\"><strong>Fernando Campos &#8211; finalmente um \u00e1lbum de caricaturas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Chama-se <strong>\u201c<em>da Figueira e seus contornos\u201d <\/em><\/strong>e, como refere o autor na contra-capa, \u201c<em>\u00e9<\/em> <em>um comp\u00eandio de caricaturas<\/em> <em>ilustrado com textos<\/em> &#8211; <em>um pouco \u00e0 maneira de Rafael Bordalo Pinheiro, no seu \u00c1lbum de Gl\u00f3rias<\/em>\u201d.<br>A obra, de tiragem muito limitada, designada em sub-t\u00edtulo como <em>\u201c<strong>vinte e sete retratos desenhados a tra\u00e7o fino e conciso copiosamente ilustrados com textos coloridos e substanciosos &amp; 1 poema de carnaval<\/strong>\u201d,<\/em> \u00e9 a primeira publica\u00e7\u00e3o impressa de textos e caricaturas que Fernando Campos vem editando no seu blogue desde 2007; tamb\u00e9m \u00e9 uma edi\u00e7\u00e3o de autor, como o \u201c<strong><em>Discurso sobre a Figueira<\/em><\/strong>\u201d, o pequeno \u201c<em>divertimento em forma de panfleto sarc\u00e1stico<\/em>\u201d que o artista lan\u00e7ou durante a pandemia.<\/p>\n\n\n\n<p>O lan\u00e7amento, inserido no <strong>EnCantar pela Paz<\/strong>,ser\u00e1 apresentado na Biblioteca Municipal, no dia 13 de Setembro, S\u00e1bado, \u00e0s 17.30h, pelo escritor <strong>Daniel Abrunheiro <\/strong>e contar\u00e1 com a presen\u00e7a do autor, que \u201c<em>ter\u00e1 muito gosto em falar com pessoas, responder a perguntas e assinar aut\u00f3grafos e tudo, se for caso disso<\/em>\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Fernando Campos<\/strong> nasceu no U\u00edge (Angola) em 1962.<br>Chegou a frequentar, por volta de 1979\/80, aulas de desenho com Rolando S\u00e1 Nogueira, e de tudo e mais alguma coisa com Eduardo Calvet de Magalh\u00e3es, na Cooperativa \u00c1rvore, no Porto.<br>Em 1983 fixou-se na Figueira da Foz, onde se dedicou \u00e0 publicidade (com Jos\u00e9 Penicheiro, Ca\u00e7\u00e3o Biscaia, Joaquim Cachulo e Francisco Rosa) e \u00e0s artes gr\u00e1ficas (serigrafia), que foi abandonando para se dedicar, em paralelo alternado e simult\u00e2neo, \u00e0 pintura, \u00e0 ilustra\u00e7\u00e3o, ao cartoon, \u00e0 caricatura, \u00e0 decora\u00e7\u00e3o, \u00e0 carpintaria, \u00e0 escrita e ao design de m\u00f3veis e objectos.<br>Exp\u00f5e pintura desde 1984. Est\u00e1 representado no Museu Municipal Dr. Santos Rocha, Figueira da Foz, e em algumas colec\u00e7\u00f5es particulares.\u00a0<br>Foi fundador e primeiro director, em 1985, na Figueira da Foz, de uma revista mensal de humor gr\u00e1fico e banda-desenhada.<br>A partir de 1986 dedicou-se tamb\u00e9m \u00e0 impress\u00e3o de arte, na edi\u00e7\u00e3o serigr\u00e1fica de m\u00faltiplos de originais de artistas como M\u00e1rio Silva, Jos\u00e9 Penicheiro e Filinto Viana, entre outros.<br>Em 1994 exp\u00f4s individualmente no Museu Municipal, F. Foz.<br>Foi co-fundador, em 1995, da Cooperativa OESTE e do jornal <em>A Linha do Oeste<\/em>, do qual foi director-adjunto e onde tamb\u00e9m assumiu a direc\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica assim como outras fun\u00e7\u00f5es (cartunista, ilustrador, fot\u00f3grafo, rep\u00f3rter e redactor), at\u00e9 1998.<br>Em 2003 participou na funda\u00e7\u00e3o da Magenta, <em>Associa\u00e7\u00e3o dos Artistas pela Arte<\/em>, da qual se desvinculou em 2013.<br>Em 2005 come\u00e7ou a interessar-se pela composi\u00e7\u00e3o tridimensional, atrav\u00e9s da <em>assemblage <\/em>de objectos e, a partir de 2007, pelo desenho digital e \u201c<em>pelo estudo da alma humana atrav\u00e9s da arte da caricatura<\/em>\u201d.<br>Em 2012 exp\u00f4s <em>Achados &amp; Caricaturas<\/em>, no <em>Tubo d&#8217;Ensaio d&#8217;Artes<\/em>, Figueira da Foz.<br>Em 2013 foi-lhe atribu\u00eddo o trof\u00e9u <em>Correia Dias<\/em> &#8211; <em>Pr\u00e9mio Especial do J\u00fari<\/em> do Sal\u00e3o Luso-Galaico de Caricatura, em Vila Real.<br>Actualmente \u201c<em>cuida do seu jardim, como disse Voltaire que todo o homem devia fazer; e tem uma p\u00e1gina na web: <a href=\"https:\/\/ositiodosdesenhos.blogspot.com\/\" data-type=\"link\" data-id=\"https:\/\/ositiodosdesenhos.blogspot.com\/\">ositiodosdesenhos<\/a>, onde edita o que lhe ocorre e escreve o que lhe apetece<\/em>\u201d.<br>\u00c9 um dos s\u00f3cios fundadores d&#8217;<strong><u>Odezanovedejunho<\/u><\/strong> &#8211; <em>Associa\u00e7\u00e3o de Ideias<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Daniel Abrunheiro<\/strong> nasceu em Coimbra, em 1964.<br>Licenciado pela Universidade de Coimbra em L\u00ednguas e Literaturas Modernas (variante de Estudos Portugueses e Franceses); pelo CENJOR &#8211; Centro Protocolar de Forma\u00e7\u00e3o Profissional para Jornalistas (1995-1996); Curso Profissional de Jornalismo com Est\u00e1gio RDP &#8211; Antena 2 (Carteira Profissional de Jornalista n\u00ba 6562).<br>Foi revisor editorial e tradutor; cronista e jornalista; formador no CENJOR; formador no Ensino t\u00e9cnico-profissional e professor do ensino secund\u00e1rio.<br>\u00c9 poeta e escritor.<br>Nas suas pr\u00f3prias palavras, <em>\u201cVive como escreve: compulsivamente. Os temas da sua escrita s\u00e3o outros tantos irm\u00e3os g\u00e9meos da vida: o tempo, o Amor e a Morte. Gere amizades imorredouras e cultiva um punhado de mortos particulares\u201d.<\/em><br>J\u00e1 publicou: <strong>Cronic\u00e3o<\/strong> (Publicenso, Leiria, 2003); <strong>O Pre\u00e7o da Chuva<\/strong> (P\u00e9 de P\u00e1gina, Coimbra, 2006); <strong>Licor, Sab\u00e3o e Sapatos <\/strong>(Imagens &amp; Letras, Leiria, 2007); <strong>Termina\u00e7\u00e3o do Anjo <\/strong>(Portug\u00e1lia Editora, Lisboa, 2008); <strong>O Baile dos Cedros<\/strong> &#8211; biografia autorizada de Armindo Lopes Carolino (Imagens &amp; Letras, Leiria, 2014); <strong>Jorge Humberto, uma estrela no campo e na vida<\/strong> (Imagens &amp; Letras, Leiria, 2014).<br>Tem para publicar: <strong>Ros\u00e1rio Breve <\/strong>(no prelo); <strong>Leite dos Santos <\/strong>(no prelo).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Durante todo o m\u00eas de Agosto a Passarola est\u00e1 a editar uma s\u00e9rie de artigos e pequenas entrevistas para dar a conhecer os artistas que participam no evento EnCantar pela Paz que, produzido pel&#8217;Odezanovedejunho &#8211; Associa\u00e7\u00e3o de Ideias, decorrer\u00e1 de 3 a 27 de Setembro no Audit\u00f3rio Madalena Biscaia Perdig\u00e3o. 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